Amigos e seguidores*

segunda-feira, maio 28, 2018

FALANDO COM DEUS

SE ALGUÉM QUISER VIR APÓS MIM... 
TOME A SUA CRUZ (Mt. 16,24)

Para redimir o Mundo, o filho do Homem
é pregado na cruz ( Jo. 3.14).
Para ser discípulo do Filho do Homem,
é necessário tomar a cruz: " Quem não toma
a sua cruz para Me seguir, não é digno de
Mim" ( Mt. 11,36).
*
Há diversos modos de levar a cruz:
- com revolta,
- com resignação fatalista,
- com amor!
Não permitais, Senhor, que eu alguma vez
me revolte pelo peso esmagador da cruz:
*
Há ocasiões em que estou debilitada:
não tenho forças... deixo escorregar a cruz!
Reconheço que não sou Teu discípulo a
tempo inteiro!
Sei que, levando a cruz a rastejar, ela se
torna mais pesada, mas... sou tão frágil!...
*
Encoraja-me, Senhor! 
👼🙏

BOA NOITE A TODOS IRMÃOS EM CRISTO*
MEU FORTE ABRAÇO, ABENÇOADA SEMANA!
💓👼🙏


domingo, maio 20, 2018

DOMINGO DE PENTECOSTES

«Recebei o Espírito Santo»


Hoje, no dia de Pentecostés se realiza o cumprimento da promessa que Cristo fez aos Apóstolos. Na tarde do dia de Páscoa soprou sobre eles e lhes disse: «Recebei o Espírito Santo» (Jo 20,22). A vinda do Espírito Santo o dia de Pentecostés renova e leva à plenitude esse dom de um modo solene e com manifestações externas. Assim culmina o mistério pascal.

O Espírito que Jesus comunica cria no discípulo uma nova condição humana e produz unidade. Quando o orgulho do homem lhe leva a desafiar a Deus construindo a torre de Babel, Deus confunde as suas línguas e não podem se entender. Em Pentencostés acontece o contrário: por graça do Espírito Santo, os Apóstolos são entendidos por pessoas das mais diversas procedências e línguas.

O Espírito Santo é o Mestre interior que guia ao discípulo até a verdade, que lhe move a obrar o bem, que o consola na dor, que o transforma interiormente, dando-lhe uma força, uma capacidade nova.

O primeiro dia de Pentecostes da era cristã, os apóstolos estavam reunidos em companhia de Maria e, estavam em oração. O recolhimento, a atitude orante é imprescindível para receber o Espírito. «De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles» (At 2,2-3).

Todos ficaram cheios do Espírito Santo e, puseram-se a predicar valentemente. Aqueles homens atemorizados tinham sido transformados em valentes predicadores que não temiam o cárcere, nem a tortura, nem o martírio. Não é estranho; a força do Espírito estava neles.

O Espírito Santo, Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, é a alma da minha alma, a vida da minha vida, o ser de meu ser; é o meu santificador, o hóspede do meu interior mais profundo. Para chegar à maturação na vida de fé é preciso que a relação com Ele seja cada vez mais consciente, mais pessoal. Nesta celebração de Pentecostes abramos as portas de nosso interior de par em par.
Mons. Josep Àngel SAIZ i Meneses Bispo de Terrassa.
(Barcelona, Espanha)

Meu Fraterno Abraço Irmãos em Cristo



quarta-feira, maio 16, 2018

ORAÇÃO E REFLEXÃO SOBRE MARIA

🙏
A grandeza de Maria não consiste
em imaginarmos que ela nunca 
foi assaltada pela confusão.
Consiste, isso sim, em que,
quando não entende qualquer coisa,
Maria não reage com angústia,
impaciência, irritação, ansiedade
ou susto.
Entender? Saber? Isso não é
o mais importante. Maria também
não entendeu as palavras do
Menino de doze anos; no entanto,
também nesse caso a sua reacção
foi sublime. O importante não é
o conhecimento mas a fé,
e certamente a fé de Maria escalou
nesse dia a mais alta montanha.

Maio mês de Maia!
Altura para reflectir sobre Maria nossa Mãe,
e Mãe de Jesus Nosso Senhor.*

Um grande Bem Haja a todos
Irmãos em Cristo!
Meu Abraço Fraterno 💖




  

domingo, abril 22, 2018

EVANGELHO (Jn 10,11-18):

😇Imagem relacionada
EU SOU O BOM PASTOR
«O BOM PASTOR DÁ A VIDA PELAS SUAS QVELHAS»


Hoje, Jesus nos diz: «Eu sou o bom pastor» (Jo 10,11). Comentando Santo Tomás de Aquino esta afirmação, escreve que «é evidente que o título de “pastor” lhe convém a Cristo, já que da mesma maneira um pastor conduz o rebanho à pastagem, assim também Cristo restaura os fiéis com um alimento espiritual: seu próprio corpo e seu próprio sangue». Tudo começou na Encarnação, e Jesus o cumpriu ao longo de sua vida, levando-o ao fim com sua morte redentora e sua ressurreição. Depois de ter ressuscitado, confiou este pastoreio a Pedro, aos Apóstolos e à Igreja até o fim dos tempos.

Através dos pastores, Cristo dá sua Palavra, reparte sua graça nos sacramentos e conduz o rebanho para o Reino: Ele mesmo se entrega como alimento no sacramento da Eucaristia, e comunica a Palavra de Deus e o seu Magistério, e guia com solicitude o seu Povo. Jesus tem procurado para sua Igreja pastores segundo seu coração, quer dizer, homens que, impessoalizando-o pelo Sacramento da Ordem, doem sua vida pelas ovelhas, com caridade pastoral, –com humilde espírito de serviço, com clemência, paciência e fortaleza. Santo Agostinho falava frequentemente desta exigente responsabilidade do pastor: «Esta honra de ser pastor me tem preocupado (...), mas lá onde me aterra o fato de que sou para vocês, me consola o fato de que estou entre vocês (...). Sou bispo para vocês, sou cristão com vocês».

E cada um de nós, cristãos, trabalhamos apoiando os pastores, rezamos por eles, amamos-lhes e obedecemos-lhes. Também somos pastores para os irmãos, enriquecendo-os com a graça e a doutrina que temos recebido, compartindo preocupações e alegrias, ajudando todo o mundo com o coração. Interessamo-nos por todos aqueles que nos rodeiam no mundo familiar, social e profissional até dar a vida por todos com o mesmo espírito de Cristo, que veio ao mundo «Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate por muitos» (Mt, 20,28).

+ Rev. D. Josep VALL i Mundó
(Barcelona, Espanha)

Meu Abraço Fraterno Amigos em Cristo Jesus!

Grata pela sua visita !


 
 

segunda-feira, abril 02, 2018

DIA LITÚRGICO: SEGUNDA FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA


Meditando no Evangelho de hoje.

Evangelho (Mt 28,8-15): E saindo às pressas do túmulo, com sentimentos de temor e de grande alegria, correram para dar a notícia aos discípulos. Nisso, o próprio Jesus veio-lhes ao encontro e disse: «Alegrai-vos!». Elas se aproximaram e abraçaram seus pés, em adoração. Jesus lhes disse: «Não tenhais medo; ide anunciar a meus irmãos que vão para a Galileia. Lá me verão». 

«E saindo às pressas do túmulo, com sentimentos de temor e de grande alegria, correram para dar a notícia aos discípulos»
Hoje, a alegria da ressurreição faz das mulheres que foram ao túmulo, mensageiras valentes de Cristo. «Uma grande alegria» sentem em seus corações pelo anuncio do anjo sobre a ressurreição do Mestre. E foram «correndo» do túmulo a anunciar aos Apóstolos. Não podem ficar inativas e seus corações explodiriam se não o comunicavam a todos os discípulos. Ressoam em nossas almas as palavras de Paulo: «O amor de Cristo nos impele» (2Cor 5,14).

Jesus faz se o «encontradiço»: o faz com Maria Madalena e a outra Maria —assim agradece e paga Cristo sua ousadia de buscá-lo muito cedo pela manhã— e também o faz com todos os homens e mulheres do mundo. 

As reações das mulheres ante a presença do Senhor expressam as atitudes mais profundas do ser humano diante de Aquele que é o nosso Criador e Redentor: a submissão—«abraçaram seus pés» (Mt 28,9)— e a adoração. Que grande lição para apreender a estar diante de Cristo Eucaristia!

«Não tenhais medo» (Mt 28,10), diz Jesus às santas mulheres. Medo do Senhor? Nunca, se é o Amor dos amores! Temor de perdê-lo? Sim, porque conhecemos a própria debilidade. Por isso abracemo-nos bem forte aos seus pés. Como aos Apóstolos no mar embravecido e os discípulos de Emaús peçamo-lhe: Senhor, não nos deixes!

E o Mestre envia as mulheres a anunciar a boa nova aos discípulos. Essa é também tarefa nossa, e missão divina desde o dia do nosso batismo: anunciar a Cristo por todo o mundo, «para que todo o mundo possa encontrar a Cristo, para que Cristo possa percorrer com cada um o caminho da vida, com a potência da verdade (...) que contem o mistério da Encarnação e da Redenção, com a potência do amor que irradia dela» (João Paulo II). 


Senhor, Tu és a ressurreição e a vida (Jo. 11,25):
Prometeste que reedificarias o Templo do Teu
corpo em três dias ( Mt. 26,61), e cumpriste a
promessa! Áleluia!

Continuação duma Santa Pascoa, Irmãos em Cristo
Meu Fraterno Abraço a todos, que a Paz esteja convosco!


sexta-feira, março 30, 2018

SEXTA FEIRA SANTA


«Ele tomou o vinagre e disse: “Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito»

Hoje celebramos o primeiro dia do Triduo Pascal. Por tanto é o dia da Cruz vitoriosa, desde donde Jesus nos deixou o melhor de Ele mesmo: Maria como mãe, o perdão —também os verdugos— e a confiança total em Deus Pai.

Escutamos na leitura da Paixão que nos transmite o testemunho de São João, presente no Calvário com Maria, a Mãe do Senhor e as mulheres. É um relato rico em simbologia, onde cada pequeno detalhe tem sentido. Mas também o silêncio e a austeridade da Igreja, hoje nos ajudam a viver num clima de oração, atentos ao dom que celebramos.


Diante deste mistério tão grande, estamos chamados —mais que tudo— a ver. A fé cristã não é a relação reverencial a um Deus que está longe e abstrato que desconhecemos, senão a adesão a uma Pessoa, verdadeiro homem como nós e também verdadeiro Deus. O “Invisível” fez-se carne da nossa carne, e assumiu ser homem até a morte e morte de cruz. Foi uma morte aceitada como resgate por todos, morte redentora, morte que nos dá vida. Aqueles que estavam aí e o viram, nos transmitiram os fatos e ao mesmo tempo, nos descobrem o sentido daquela morte.


Ante isto, sentimo-nos agradecidos e admirados. Conhecemos o preço do amor: «Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos» (Jo 15,13). A oração cristã não é só pedir, senão— e principalmente— admirar agradecidos.


Para nós, Jesus é modelo que temos que imitar, quer dizer, reproduzir em nós as suas atitudes. Temos que ser pessoas que amam até darmo-nos e que confiamos no Pai em toda adversidade.


Isto contrasta com a atmosfera indiferente da nossa sociedade; por isso o nosso testemunho tem que ser mais valente do que nunca, já que o dom é para todos. Como diz Melitão de Sardes, «Ele nos fez passar da escravidão à liberdade, das trevas à luz, da morte à vida. Ele é a Páscoa da nossa salvação».


Hoje celebramos o primeiro dia do Tríduo Pascal. Por tanto é o dia da Cruz vitoriosa, desde donde Jesus nos deixou o melhor de Ele mesmo: Maria como mãe, o perdão —também os verdugos— e a confiança total em Deus Pai.

Escutamos na leitura da Paixão que nos transmite o testemunho de São João, presente no Calvário com Maria, a Mãe do Senhor e as mulheres. É um relato rico em simbologia, onde cada pequeno detalhe tem sentido. Mas também o silêncio e a austeridade da Igreja, hoje nos ajudam a viver num clima de oração, atentos ao dom que celebramos.

Diante deste mistério tão grande, estamos chamados —mais que tudo— a ver. A fé cristã não é a relação reverencial a um Deus que está longe e abstracto que desconhecemos, senão a adesão a uma Pessoa, verdadeiro homem como nós e também verdadeiro Deus. O “Invisível” fez-se carne da nossa carne, e assumiu ser homem até a morte e morte de cruz. Foi uma morte aceitada como resgate por todos, morte redentora, morte que nos dá vida. Aqueles que estavam aí e o viram, nos transmitiram os fatos e ao mesmo tempo, nos descobrem o sentido daquela morte.

Ante isto, sentimo-nos agradecidos e admirados. Conhecemos o preço do amor: «Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos» (Jo 15,13). A oração cristã não é só pedir, senão— e principalmente— admirar agradecidos.

Para nós, Jesus é modelo que temos que imitar, quer dizer, reproduzir em nós as suas atitudes. Temos que ser pessoas que amam até darmo-nos e que confiamos no Pai em toda adversidade.

Isto contrasta com a atmosfera indiferente da nossa sociedade; por isso o nosso testemunho tem que ser mais valente do que nunca, já que o dom é para todos. Como diz Melitão de Sardes, «Ele nos fez passar da escravidão à liberdade, das trevas à luz, da morte à vida. Ele é a Páscoa da nossa salvação».

Rev. D. Francesc CATARINEU 
Vilageliu(Sabadell, Barcelona, Espanha)

Meu Fraterno Abraço Irmãos em Cristo.

FELIZ SEXTA FEIRA SANTA*


terça-feira, março 27, 2018

REFLECTINDO NA SEMANA SANTA

Que Cristo  habite  pela fé  nos vossos corações,
de sorte que, arraigados e  fundados na caridade,
possais conhecer (...) o amor de Cristo que excede,
toda a  ciência, para que  sejais cheios de toda a
plenitude de Deus ( Ef. 3, 17-19).
O conhecimento bíblico está impregnado de amor e
não é um mero conhecimento conceptual ou platónico.
um conhecimento de vida, que supõe vida e leva à Vida.
Por isso, o cristão conhece Deus porque o ama, 
e ama-o porque o conhece.

Não deixes que ninguém venha a ti e parta sem ser
melhor e mais feliz. Estamos na Quaresma.

Um abraço de Fraternidade, Irmãos em Cristo.
Boa semana Santa para todos!

PASCOA FELIZ


sábado, março 24, 2018

DOMINGO DE RAMOS (B)

 Dia Litúrgico: Domingo de Ramos (B)

Ver 1ª Leitura e Salmo Responsorial

Evangelho (Mc 14,1—15,47): Faltavam dois dias para a Páscoa e a festa dos Pães sem fermento. Os sumos sacerdotes e os escribas procuravam um modo de prender Jesus e matá-lo à traição, pois diziam: «Não na festa, para que não haja tumulto entre o povo».

Quando Jesus estava sentado à mesa, em Betânia, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher com um frasco de alabastro cheio de perfume de nardo puro, muito caro. Ela o quebrou e derramou o conteúdo na cabeça de Jesus. Alguns que lá estavam ficaram irritados e comentavam: «Para que este desperdício de perfume? Este perfume poderia ter sido vendido por trezentos denários para dar aos pobres». E se puseram a censurá-la. Jesus, porém, lhes disse: «Deixai a em paz! Por que a incomodais? Ela praticou uma boa ação para comigo. Os pobres sempre tendes convosco e podeis fazer-lhes o bem quando quiserdes. Mas a mim não tereis sempre. Ela fez o que estava a seu alcance. Com antecedência, ela embalsamou o meu corpo para a sepultura. Em verdade vos digo: onde for anunciado o Evangelho, no mundo inteiro, será mencionado também, em sua memória, o que ela fez».

Judas Iscariotes, um dos Doze, foi procurar os sumos sacerdotes para lhes entregar Jesus. Ouvindo isso, eles ficaram contentes e prometeram dar-lhe dinheiro. Judas, então, procurava uma oportunidade para entregá-lo.

Ao anoitecer, Jesus foi para lá com os Doze. Enquanto estavam à mesa comendo, Jesus disse: «Em verdade vos digo, um de vós vai me entregar, aquele que come comigo». Eles ficaram tristes e, um após o outro, começaram a perguntar: «Acaso, serei eu?». Jesus lhes disse:«É um dos doze, aquele que se serve comigo do prato». O Filho do Homem se vai, conforme está escrito a seu respeito. Ai, porém, daquele por quem o Filho do Homem é entregue. Melhor seria que tal homem nunca tivesse nascido!». 

«Na verdade, este homem era Filho de Deus»

Hoje, na Liturgia da palavra lemos a paixão do Senhor segundo São Marcos e escutamos um testemunho que nos deixa estremecidos: «Na verdade, este homem era Filho de Deus!» (Mc 15,39). O Evangelista tem muito cuidado em colocar estas palavras em lábios de um centurião romano, que atônito, assistiu a uma execução mais entre tantas que deveria presenciar devido a sua permanência num país estrangeiro e submetido.
Não deve ser fácil se perguntar que viu Naquele rosto —quase desfigurado— como para emitir semelhante expressão. De uma forma ou de outra descobriu um rosto inocente; alguém abandonando e talvez atraiçoado, a mercê de interesses particulares; o quiçá alguém que era objecto de uma injustiça em meio de uma sociedade não muito justa; alguém que cala, suporta e, inclusive de forma misteriosa aceita tudo o que vem. Tal vez, inclusive, se sentiu colaborador de uma injustiça diante da qual ele não pôde mover nem um dedo para impedi-la, como tantos outros se lava as mãos diante os problemas dos outros.
A imagem daquele centurião romano é a imagem da Humanidade que contempla. É, ao mesmo tempo, a profissão de fé de um pagão. Jesus morre só, inocente, golpeado, abandonado e confiado também, com um sentido profundo de sua missão, com os "restos de amor” que os golpes tinham deixado no seu corpo.
Mas, antes —na sua entrada em Jerusalém— lhe aclamaram como Aquele que vem em nome do Senhor (cf. Mc 11,9). Nossa aclamação este ano não é de expectativa, ilusionada e sem conhecimento, como a de aqueles habitantes de Jerusalém. Nossa aclamação dirige-se Àquele que já passou pela doação total e que saiu vitorioso. Em fim, «nós deveríamos nos prosternar aos pés de Cristo, não pondo sob seus pés nossas túnicas ou ramas inertes, que muito pronto perderiam seu verdor, seu fruto e seu aspecto agradável, senão nos revestindo de sua graça» (Santo André de Creta).

Rev. D. Fidel CATALÁN i Catalán
(Terrassa, Barcelona, Espanha)

Desejo a todos um Santo Domingo de Ramos
na Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Meu Abraço Fraternal a todos, Amigos em Cristo!




domingo, março 18, 2018

DOMINGO V B DA QUARESMA




Se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só. Mas, se morre, produz muito 
fruto.
Evangelho (Jn 12,20-33) :
Hoje a Igreja, no último trecho da Quaresma, o que nos propõe este Evangelho para ajudar-nos a chegar ao Domingo de Ramos bem preparados em vistas a vivermos estes mistérios tão centrais na vida cristã. A Via Crucis é para o cristão uma “via lucis”, morrer é um tornar a nascer, e ainda mais, é necessário morrer para viver de verdade.


Na primeira parte do Evangelho, Jesus diz aos Apóstolos: «Se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só. Mas, se morre, produz muito fruto» (Jo 12,24). Santo Agostinho comenta ao respeito: «Jesus diz de si mesmo “grão”, que havia de ser mortificado, para depois multiplicar-se; que tinha que ser mortificado pela infidelidade dos judeus e ser multiplicado para a Fe de todos os povos». O pão da Eucaristia, feito do grão de trigo, multiplica-se e parte-se para alimento de todos os cristãos. A morte de martírio é sempre fecunda. Por isso, «os que se apegam à vida», simultaneamente, a «perdem». Cristo morre para dar, com o seu sangue, fruto: nós temos de imitar-lo para ressuscitar com Ele e dar fruto com Ele. Quantos dão no silêncio da sua vida para o bem dos irmãos? Desde o silêncio e da humildade temos de aprender a ser grão que morre para tornar à Vida.



O Evangelho deste domingo acaba com uma exortação a caminhar à luz do Filho exaltado no alto da terra: «E quando eu for elevado da terra, atrairei todos a mim» (Jo 12,32). Temos que pedir ao bom Deus que em nós só haja luz e que Ele nos ajude a dissipar toda sombra. Agora é o momento de Deus, não lhe deixemos perder! «Estais dormidos? No tempo que se vos concedeu!» (São Ambrósio de Milão). Não podemos deixar de ser luz no nosso mundo. Como a lua recebe a sua luz do sol, em nós se há de ver a luz de Deus. 


 Rev. D. Ferran JARABO i Carbonell 
(Agullana, Girona, Espanha

Meu Abraço Fraterno Irmãos em Cristo
PAZ E AMOR:) GRATA PELA VISITA.

quarta-feira, março 07, 2018

REFLECTINDO NA QUARESMA

O nosso coração é o lugar 
onde habita Deus;
é o lugar onde o céu e a terra se tocam
e é também a porta que se abre
para os outros poderem entrar em nós.
O coração une os homens 
uns aos outros.
Sempre que dois corações se tocam,
o céu abre-se sobre eles.
Aí os anjos sobem e descem 
pela escada do Céu.*

(Anselm Grun)

Meu Fraterno Abraço, 
Irmãos em Cristo!

Bom caminho Quaresmal
Grata pelas vossas visitas.


segunda-feira, fevereiro 26, 2018

REFLEXÃO DE HOJE

As horas matinais, com a sua frescura,
exalam um pouco da Boa-Nova de Deus.
Toma consciência do dia que nasce e
deixa que Deus o abençoe.
Se o fizeres, cada dia irá transformar-se
num milagre, numa oportunidade para
 iluminar novos recantos do teu ser!
Quando Deus está presente, o espaço
que nos envolve alcança uma 
dimensão nova!*

(Anselm Grun)

Abraços Fraternos a todos...
Irmãos em Cristo Jesus***
Abençoada semana Quaresmal*


quinta-feira, fevereiro 22, 2018

ORANDO E REFLECTINDO

Se viveres cada momento intensamente,
então viverás a verdade.
Não precisarás de pensar se te sentes
bem ou não.
Existes simplesmente, e isso basta.
O homem não sabe quanto tempo
dura a sua vida e quanto tempo
Deus o deixará gozar dela.
Por isso, saboreia o momento que 
passa e não volta.
Foi Deus que te o ofereceu.
Goza a vida!
No teu relógio já é mais tarde
do que aquilo que julgas.*

Reflexão de 
(Ansem Grun)

Meu Abraço Fraterno
Paz e Bem


sábado, fevereiro 17, 2018

Iº DOMINGO DA QUARESMA* REFLECTINDO


SE ALGUÉM QUISER VIR APÓS MIM...
TOME A SUA CRUZ (Nt. 16,24)
***
Para redimir o Mundo, o Filho do Homem
é pregado na cruz (Jo. 3, 14). 
Para ser discípulo do Filho do Homem, 
é necessário tomar a cruz: "Quem não toma
a sua cruz para Me seguir, não é digno de
Mim" (Mt. 11,36).
*
Há diversos modos de levar a cruz:
- com revolta,
- com resignação fatalista,
- com amor.
*
Não permitais, Senhor, que eu alguma
vez me revolte pelo peso esmagador da
cruz; nem me deixes transpor tá-la sem
esperança!
Há ocasiões em que estou debilitado:
não tenho forças... deixo escorregar a cruz!
Reconheço que não sou Teu discípulo a
tempo inteiro!
Sei que, levando a cruz a rastejar, ela se
torna mais pesada, mas... sou tão frágil!...
*
Encoraja-me, Senhor!*

Desejo a todos um bom caminho Quaresmal.
Meu Abraço Fraterno a todos, 
Irmãos em Cristo Jesus.

(Falar com Deus)



quinta-feira, fevereiro 08, 2018

REFLEXÃO DE HOJE

Considerai que Amor nos mostrou o Pai,
ao querer que sejamos chamados flhos 
de Deus e o sejamos (1 Jo. 3,1)
* * *
Deus nosso Pai!
Criou todas as coisas, no princípio (Gn. 1,1).
Quanto ao homem, fê-lo à Sua imagem e
semelhança (Gn. 1,27).
Somos a obra mais importante de todo o
mundo visível!
Além de sermos criaturas de Deus, somos 
Seus filhos, filhos da promessa (Rom. 9,8).
*
Senhor, Tu és meu Pai - eu sou Teu filho!
Cuida de mim.
Recebe-me nos Teus braços, como se fora
uma criança! Considera-me Teu filho
pequenino!

Falando com Deus

Abraço de Paz e Amor!
Irmãos em Cristo.*



terça-feira, janeiro 30, 2018

A MINHA PARTILHA DE HOJE

Aquele que julga estar de pé,
Tome cuidado para não cair 
(1 Cor. 10,12).

O orgulho infiltro-se nas nossas entranhas
com as palavras da serpente: sereis com deuses.
Nasce com o homem e continua vivo
"três dias depois da morte" (Expressão popular).
É a raiz dos outros defeitos: 
"a avareza é o orgulho do dinheiro; 
a inveja é o orgulho que tudo quer para si com
exclusão de outrem; a luxúria é o orgulho da carne;
a gula o orgulho do gosto; a cólera é o orgulho
ferido que se exalta; a preguiça um orgulho que
teme os trabalhos e se deixa dormir"
(Mons. Pichenot).

Se alguém quiser ser o primeiro, seja o ultimo
(Mc. 9,35):
É preciso tornar-se criança para entrar no Reino
(Mt. 18,3-4).
Deus dá a graça aos humildes e opõe-se aos 
orgulhosos (Tgo 4,6).
Jesus humilhou-Se, obedecendo até à morte
(Mc. 9,35).
A humilde " Serva do Senhor" foi exaltada
(Lc. 1,48).

Que tenho eu que não haja recebido?
Como sou orgulhoso!
Desculpai-me, Senhor!

(PE. DOMINGOS REBELO)

PAZ E BEM, IRMÃOS EM CRISTO.
SANTA E FELIZ SEMANA.


quarta-feira, janeiro 24, 2018

S.tos FRANCISCO DE SALES, Tirso,Feliciano

Reflictamos: se todos desejamos a paz, não será porque nenhum de nós é verdadeiramente uma pessoa pacífica? Se o fôssemos, não só gozaríamos nós mesmos de paz, mas também seríamos semeadores de paz, produtores de paz, implantadores de paz, onde quer que estivéssemos: na família, no trabalho, no escritório, no ambiente, na vizinhança... em toda a parte. A paz nunca falta ao homem pacífico. Que boa reflexão para cada um de nós se auto-analisar e descobrir a sua responsabilidade pessoal na construção da paz na família!

* * * * *
      O cristão é um semeador de paz, da paz que tem em si mesmo por estas em paz com Deus.
"Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus" ( Mt. 5, 9).
 Os anjos cantaram a paz no nascimento de Cristo, porque o Deus do Evangelho é o Deus da     Paz.

 Muita Paz e muito Amor para todos!
 Irmãos em Cristo. Abraços Fraternos.